segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Dia Nacional de Combate ao Colesterol

As gorduras do sangue - os lipídios - são compostos principalmente pelo Colesterol, o HDL Colesterol (chamado de o bom colesterol), o LDL Colesterol (chamado de o mau colesterol) e os Triglicerídios.
O colesterol é um tipo de gordura que o corpo necessita para crescimento e regeneração das células. Ele é responsável pela produção de hormônios sexuais, cortisona e vitamina D. Além disso, o colesterol é convertido em ácidos biliares para ajudar na digestão. O colesterol circula por todo o corpo e não é solúvel no sangue. Ele utiliza uma proteína, a lipoproteína, para ser transportado através da corrente sanguínea.
Colesterol alto é uma condição de saúde perigosa, pois está associado a um maior risco de doenças do coração. Como não apresenta sintomas, uma pessoa pode estar com um nível de colesterol alto e não saber. Por isso é tão importante fazer exames regularmente para avaliar sua situação.

Duas fontes são as responsáveis para se elevar o nível de gordura no sangue:
Alimentos ricos em colesterol (carne vermelha com gordura, gema de ovo, camarão, pele de aves, frutos do mar, manteiga, laticínios, creme de leite, bacon, empanados, frituras, presunto, mortadela, salame, queijos amarelos e peixes gordurosos).
Gorduras saturadas (óleo de coco, de babaçu, azeite de dendê, coco, chocolate, bolachas recheadas, salgadinhos e outros).
O excesso desses alimentos pode se depositar nas artérias, endurecendo a parede e formando placas que gradualmente as entopem. O processo pode gerar doenças como a arteriosclerose, isquemia cerebral e obstrução das veias das pernas.

Quando existe o fator da hereditariedade, mesmo que você leve uma vida saudável, os riscos de se ter colesterol alto aumentam muito. Essa pré-disposição vai influenciar na maneira de como seu corpo irá reagir ao colesterol.


Valores de referência:

Colesterol total:

Colesterol Total
Categoria
Menor que 200 mg/dl
Desejável
De 200 a 239 mg/dl
Limítrofe
≥ 240 mg/dl
Alto

Colesterol HDL (bom colesterol):

Colesterol HDL
Categoria
Menor que 40 mg/dl
Risco aumentado para doenças cardiovasculares
De 40 a 59 mg/dl
Quanto maior, melhor
≥ 60 mg/dl
Considerado fator protetor contra doenças cardiovasculares

Colesterol LDL (mau colesterol):

Colesterol LDL
Categoria
Menor que 100 mg/dl
Nível ideal
De 100 a 129 mg/dl
Nível próximo do ideal
De 130 a 159 mg/dl
Limítrofe
De 160 a 189 mg/dl
Alto
≥ 190 mg/dl
Muito alto


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aveia

A aveia é um tipo de carboidrato que o organismo não digere, que contem fibra solúvel e insolúvel. A fibra solúvel é responsável por diminuir a absorção de açúcar e gordura no nosso intestino. Isso é uma vantagem muito boa, pois em quantidade adequada auxilia na perda de peso.
Na aveia encontramos a fibra beta- glucana, que em estudos consta que essa fibra ajuda a diminuir o colesterol, a pressão arterial e controlar o diabetes.
Essa fibra ao chegar ao estomago ela “incha”, absorvendo água, formando uma pasta viscosa e dando a sensação de saciedade.
A fibra insolúvel ajuda a eliminar substâncias que podem levar ao câncer e em um melhor transito intestinal.
Para obtermos os benefícios da aveia, precisamos consumi-la regularmente e consumir muita água.
A aveia pode ser encontrada em flocos (grossos ou finos), farelo e farinha.


A aveia também tem como beneficio fazer a ligação do colágeno com a elastina, deixando a pele mais firme.

Que tal um lanchinho hoje a tarde com aveia???

Morangos com aveia!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Gordura Saturada e Insaturada

A gordura saturada está em alimentos como bacon, banha de porco, óleo de algodão, óleo de palma(dendê), carnes gordurosas e laticínios integrais. A gordura saturada, diferente da insaturada, tem pouca densidade. Quando ingerimos  ela vai para a ninfa (lugar onde acontece a drenagem linfática), diferente da gordura insaturada que vai diretamente para o sangue.
Quando a gordura saturada consegue passar para o sangue para virar energia, o nosso organismo já tendo a energia que precisamos, não usa essa gordura, deixando ela de reserva no adipócito (Cada célula adiposa armazena determinada quantidade de gordura. São capazes de armazenar gorduras até dez vezes o seu tamanho. Quando é ultrapassado o limite de armazenamento de uma célula adiposa é criada uma nova célula no tecido adiposo. O tecido adiposo acompanha o desenvolvimento do ser humano durante toda a vida.)
Devemos balancear nossa alimentação, consumindo mais a gordura insaturada do que a saturada a fim de evitar doenças futuras. O consumo em excesso da gordura saturada pode provocar a obesidade, arteriosclerose, colesterol e alguns tipos de cancer.

Gordura saturada


Gordura Insaturada

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Hipertensão

A hipertensão arteiral, é conceituada como síndrome caracterizada pela presença de níveis tensionais elevados, associados a alterações metabólicas e hormonais e a fenômenos tróficos (hipertrofia cardíaca e vascular).

Quando a pressão que o sangue produz na parede das artérias, para se movimentar, é muito forte, com valor igual ou maior que 140/90 mmHg ou 14 por 9, está instalada a hipertensão arterial.





É um sintoma identificado também em jovens e crianças, devido ao padrão alimentar inadequado, adotado em diferentes lares, como o consumo exagerado de produtos industrializados nos lanches escolares e no dia a dia.

A hipertensão arterial ou pressão alta, quando não tratada, é o principal fator de risco para derrames, doenças do coração, paralisação dos rins, lesões nas artérias, podendo também causar alterações na visão.

Fatores que causam a hipertensão:

- Consumo de excesso de sal de cozinha e de alimentos industrializados conservados com a presença de sal.

- Consumir execesso de bebidas alcoólicas.

- Hipertensão comprovada na família.

- O excesso de peso, como o sobrepeso e a obesidade.

- Diabetes.

- Falta de alimentação saudável.


Como tratar a hipertensão:

- Controle de peso.

- Redução na ingestão de sódio.

- Aumento na ingestão de potássio.

- Redução ou abandono da ingestão de álcool.

- Prática de exercícios físicos.

- Controlar a pressão alta com fármaco.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Anorexia

As características essenciais da anorexia são a recusa do indivíduo a manter um peso corporal na faixa normal mínima, um temor intenso de ganhar peso e uma perturbação significativa na percepção da forma ou tamanho do corpo.

A perda de peso em geral é obtida, principalmente, por meio da redução do consumo alimentar total. Embora os indivíduos possam começar excluindo de sua dieta aquilo que percebem como sendo alimentos altamente calóricos, a maioria termina com uma dieta muito restrita, por vezes limitada a apenas alguns alimentos.

Métodos adicionais de perda de peso incluem purgação (autoindução do vômito ou uso indevido de laxantes e diuréticos) e exercícios intensos ou excessivos.

A anorexia é um transtorno que se manifesta principalmente em mulheres jovens, embora haja incidência em homens. Os pacientes anoréxicos chegam rapidamente muito magros, um grau extremo da desnutrição, e o índice de mortalidade chega a atingir 15% a 20% dos casos (USP, Ambulim, 2008).

Sintomas:

- Perda de peso exagerada em curto espaço de tempo.

- Recusa em participar das refeições familiares.

- Preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos. O anoréxico chega a ingerir somente 200Kcal por dia.

- Interrupção do ciclo menstrual e regressão das características femininas.

- Intensa atividade física oir muitas horas ao dia.

- Depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo- compulsivos.

- Visão distorcida do próprio corpo.



Tratamento dietético:

- A mudança na dieta deve ser gradativa, como de uma criança no desmame, para evitar sobrecarga no sistema digestório e cardíaco.

- Quando necessária a internação hospitalar, o tratamento deve ser monitorado por médicos e nutricionistas.

- Não há medicação específica para a anorexia nervosa. Medicamentos antidepressivos podem ajudar a atenuar sintomas depressivos, compulsivos e de ansiedade.

- Em geral, o tratamento de pacientes anoréxicos exige o trabalho de equipe multidisciplinar. A dieta deve ser fracionada em até dez pequenas refeições ao dia, iniciando com uma dieta leve até chegar à dieta normal.


Um vídeo que vale a pena assistir!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bulimia

A bulimia nervosa caracteriza-se por grande ingestão de alimentos com sensação de perda de controle, os chamados episódios bulímicos. A preocupação excessiva com o peso e a imagem corporal leva o paciente a métodos compensatórios inadequados para o controle de peso, como vômitos autoinduzidos, uso de medicamentos (diuréticos, inibidores de apetite, laxantes), dietas e exercícios físicos.

Os bulímicos, assim como os anoréxicos, apresentam características como: depressão, baixo grau de autoestima, má aparência pessoal, atitude autodestrutiva e autopunitiva por razões imaginárias.

Sintomas evidentes:

- Ingestão exagerada de alimentos em curtos períodos de tempo sem o aumento correspondente do peso corporal.

- Vômitos autoinduzidos (colocando o dedo na garganta).

- Uso de laxantes e diuréticos.

- Dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle, que levam a ingestão compulsiva de alimentos.

- Distúrbios depressivos, de ansiedade, comportamento obsessivo compulsivo, automutilação.




Dentre os problemas causados, identificam-se:

- Danos ao aparelho digestivo.

- Alterações no ritmo cardíaco, que se torna irregular.

- Problemas renais em função de baixos níveis de potássio.

- Comprometimento do esmalte dos dentes pelos ácidos contidos no vômito.

- Interrupção da menstruação.

- Dificuldades em expressar suas emoções.

- Temor em desagradar as pessoas que consideram importantes em sua vida.




Bulimia é uma doença, vamos prestar atenção em nós mesmos, amigos. Qualquer fator que indique uma possível bulímia, procure um médico!!!!






quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ômega 6 - Ácido linoleico

Ômega 6 é ácido graxos polinsaturados fundamental para o bom funcionamento do organismo das pessoas. O Ômega 6, assim como o Ômega 3, faz parte das conhecidas gorduras boas. Não são produzidas pelo organismo e, portanto, devem ser adquiridas através da ingestão de determinados alimentos.

O W6 (ômega 6) pode  atuar de diversas maneiras, como: ajudando a reduzir danos vasculares, evitando a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose); reduzindo o colesterol total e o LDL sanguíneo na substituição dos ácidos graxos saturados por poliinsaturados; regulando a temperatura do corpo e a perda de água e atuando positivamente no sistema imunológico.

Alimentos fonte de W6:

Óleo de algodão
Óleo de girassol
Óleo de milho
Óleo de soja
Leite
Ovos
Carne
Peixes de água quente